segunda-feira, 23 de abril de 2012

Tudibom!

Berçário no trabalho é tudo de bom! Não canso de repetir! O dia está a maior correria, de repente toca o telefone, para tudo: hora de dar um cheiro na pequena e amamentar. Para isso, basta descer o elevador! Bom demais!

E o melhor é chegar no Materninho e ser recebida sempre com um sorriso gostoso ao som da Galinha Pintadinha (rs)!

A equipe do Materninho é ótima. Sempre cuidadosa, atenciosa e preocupada com o bem-estar de mamaes e bebes. 

A lei brasileira determina que toda empresa com mais de 30 funcionárias acima de 16 anos tem que oferecer a creche ou o auxílio financeiro. A grande maioria das empresa opta pelo auxílio, pois os impacto é menor. Hoje menos de 5% das empresas oferecem o serviço da creche. Mal sabem o que estão perdendo. Essa é uma conta que não deve ser pautada apenas pelo lado financeiro, tem que se levar em conta o valor intangível desse benefício. Com a tranquilidade de saber que o filho está sendo bem tratado e que está ali pertinho, o funcionário trabalha melhor, se dedica mais. O nível de comprometimento e satisfação dos funcionários aumenta. É um diferencial competitivo.

A ampliação da licença maternidade é outro avanço importante, mas ainda pouco implementado na maioria das empresas privadas.

A transformação na primeira infância é muito intensa e um mês na vida de um bebe faz uma diferença monstruosa. Com quatro meses o bebe ainda é muito pequeno e dependente. Ainda está muito molinho e ajustando seus horários. Em dois meses a interação começa a acontecer mais intensamente, o bebe passa a reagir com um pouco mais de clareza aos estímulos e algumas crianças já estão sentando ... Pequenos detalhes que fazem a diferença.

Ainda bem que tive a licença de seis meses e tenho o Materninho. O MPF está de parabéns!

O próximo passo é aumentar a licença parternidade. Cinco dias de licença é uma vergonha. O mundo mudou. Homens e mulheres dividem o cuidado com os filhos, com a casa e trabalham para manter o lar. Chega de machismo. O Vla tirou um mês de férias quando a Manuela nasceu e foi a melhor coisa. Te-lo ao nosso lado neste momento foi maravilhoso. 

Sempre achei que esses benefícios eram importantes. Mas agora que sou mãe não acho apenas importante, acho fundamental!




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