Nas últimas semanas começamos a desbravar o incrível mundo dos parquinhos. Na verdade ficamos do lado de fora olhando as crianças. Você adora, fica encantada com as crianças correndo, brincando e pulando. Ri e grita o tempo todo. Acho que a sua vontade é ir para o meio da bagunça!
É uma mistura de cores, cheiros, gritos num interminável sobe e desce em escorregas, vai e vem nos balanços, tudo regado a muita areia. Crianças hiperativas ou brirrentas, pais desatentos ou superprotetores, alguns avós babões, algumas babás relapsas. Uns aproveitam para ler um livro ou o jornal. Outros colocam o papo em dia, afinal as amizades entre pais, assim como entre filhos, surgem nos parquinhos. Aqueles com filhos menores não tem como fugir e entram na brincadeira, geralmente de pé no chão sobem, descem, empurram, seguram ... É uma aula antropológica de relacionamento humano!
Por enquanto fico assim só observando e pensando: como será quando eu estiver do outro lado, dentro da caixa de areia? Acho que não vai ser muito diferente ...
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